Aplicativo próprio e o sistema que faz o cliente voltar — com a base de clientes no nome de vocês.
Ana Lúcia Siston · ponto único da Rede Gomes, do início ao go-live.
Nilton Oliveira · aplicativo, CRM, automação e os dados.
Três coisas aconteceram ao mesmo tempo — e nenhuma delas foi avisada.
Margem líquida do setor. Cada ponto perdido no caminho pesa o dobro do que parece.
Tarifa de crédito online. Vender no cartão dentro do app dá prejuízo. No PIX é 0,99%.
A Meta passou a cobrar por mensagem, não por conversa. Disparo para todo mundo virou luxo.
Se o pedido depende de alguém digitar, ele só existe no horário de quem digita.
Na Região dos Lagos inteira o turista dobra o movimento, compra e some. Todo ano recomeça do zero.
Seis lojas em quatro cidades, três perfis e cinco celulares. Cliente no aparelho de quem atende não é base — é lista pessoal.
Metade dos supermercados de SP já opera com venda online. Eram 32% dois anos atrás.
Seis lojas em quatro cidades, três perfis de Instagram, cinco números de WhatsApp — e nenhum deles diz quem é quem. Tudo nesta página foi levantado de fonte pública, sem acesso a nenhum sistema de vocês. É o que dá pra ver de fora — e já é o suficiente.
A loja online fica fechada 19 horas por dia. Compra de supermercado pela internet acontece à noite e no fim de semana.
A base de clientes de vocês mora no aparelho de cinco pessoas diferentes — e quem atende em cada loja só conhece quem fala com ele.
Os dois endereços respondem “loja não encontrada”. Já existiu — o Google ainda indexa a página.
As três saídas óbvias — e onde cada uma trava.
Parou de pagar, o app sai do ar — e a base cadastrada vai junto. São R$ 168.000 em 24 meses e no fim nada é seu. Sem CRM atrás, o cadastro não vira relacionamento.
Base de 5.000 com encarte semanal: R$ 7.000 por mês só de tarifa. Mensagem para todo mundo vira bloqueio, e o custo cresce junto com a base.
O pedido continua preso ao horário de gente. Custo fixo que sobe com o movimento, erro de digitação virando pedido errado — e no verão, quando dobra, não escala.
Aberto 24 horas. Encarte, carrinho, PIX, entrega e retirada — sem ninguém digitando nada. O pedido entra às 22h de domingo e a equipe abre de manhã com a lista pronta.
Quem é, onde mora, o que compra, de quanto em quanto tempo — e quando parou de vir. É o que transforma cadastro em cliente que volta.
Responde o cliente no WhatsApp e no chat do site, a qualquer hora: horário, entrega, retirada, andamento do pedido, como usar o aplicativo. Tira a dúvida sem ocupar ninguém da loja — e chama uma pessoa quando o caso pede.
É o aplicativo mais usado para compra de supermercado no Brasil.
Quem tem o seu fica com o cadastro, com o histórico e com a margem.
O que está abaixo não é maquete nem print: é o aplicativo da Rede Gomes e o painel do dono, rodando de verdade dentro desta página. Toque em “Repetir esta compra” e vá até o fim do pedido.
Arraste um card para outra etapa — ou clique para abrir a ficha do cliente. Quando falta o dado que faz a automação funcionar, o sistema barra e diz o que falta.
Tudo o que está aqui já existe. O aplicativo e o painel estão de pé com a marca da Rede Gomes, e o CRM acima é a estrutura real proposta — etapas e campos de verdade, com nomes e valores ilustrativos.
Separação, entrega e uso do painel.
O sistema para no limite e avisa. Sem fatura surpresa.
A compra da loja física entra no mesmo histórico do aplicativo, quando mapearmos o caixa de vocês.
O que esses casos têm em comum com o seu: em todos, o cliente já existia e ninguém sabia quem era. A base estava no celular de alguém, no caderno, ou em lugar nenhum. O ganho não veio de vender pra mais gente — veio de parar de perder quem já tinha comprado uma vez.
Parou de pagar, o app sai do ar · a base cadastrada vai junto · sem CRM o encarte vai pra todo mundo · mais R$ 7.000/mês de tarifa de WhatsApp.
O aplicativo é de vocês em contrato · a base é de vocês · o CRM e a IA de suporte vêm juntos · encarte segmentado corta cerca de 70% da tarifa.
Mesmo escopo, mesmo prazo, mesma equipe. Muda só a hora em que o dinheiro sai: na forma 1 não sai nada para começar; na forma 2 saem R$ 34.000 na assinatura e a mensalidade cai R$ 1.700.
O aplicativo, o código-fonte e a base de clientes ficam no nome da Rede Gomes desde o primeiro dia, não importa a forma de pagamento escolhida.
Podem demitir a gente amanhã e continuam donos de tudo. Está escrito, e o contrato proíbe reter qualquer coisa por conta de valor em aberto.
Dez semanas da assinatura até o aplicativo no ar, com a primeira campanha de cadastro rodando.
Alinhamento de escopo, acessos e responsáveis de cada lado.
Catálogo, tabela e a rotina de encarte que vocês já têm.
Catálogo, carrinho, PIX, entrega e retirada.
Campos, funis, automações — e a IA treinada pra responder o cliente no WhatsApp e no chat do site.
Separação e entrega rodando de verdade, com a equipe da loja.
App Store e Google Play, nas contas da Rede Gomes.
O aplicativo no ar vendendo e o sistema já chamando quem sumiu.
O painel do dono e o aplicativo do cliente já estão de pé, com a marca da Rede Gomes. Abram, mexam, e vejam se é isso que querem.
Preço, prazo, contrato ou a parte técnica: você fala comigo e eu resolvo com o Nilton. Um número só, do começo ao fim.